God of War Laufey chegou para virar de cabeça para baixo tudo o que conhecíamos sobre a franquia. Anunciado em junho de 2026 durante o PlayStation State of Play, o novo jogo da Santa Monica Studio coloca pela primeira vez Faye — a guerreira Jötunn, esposa de Kratos e mãe de Atreus — como protagonista absoluta de uma aventura épica. Se você sempre sentiu que havia muito mais a ser contado sobre essa personagem misteriosa que nunca apareceu viva nos jogos anteriores, sua espera acabou.
Laufey, conhecida pelos fãs como Faye, foi o “coração silencioso” de toda a saga nórdica de God of War. Ela morreu antes dos eventos de God of War (2018), mas suas escolhas, segredos e planos moldaram cada passo da jornada de Kratos e Atreus. Agora, em God of War Laufey, é hora de ver o mundo pelos olhos dela.
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💬 QUERO ENTRAR NO GRUPOQuem é Laufey (Faye)? A Gigante Por Trás da Saga Nórdica
God of War Laufey não surge do nada — ela é a fundação de toda a trilogia nórdica. Seu nome verdadeiro é Laufey, mas é conhecida por Kratos e Atreus simplesmente como Faye, ou ainda como “Laufey, a Justa”. Ela é uma Jötunn, uma gigante de Jötunheim, que viveu disfarçada como mortal em Midgard ao lado de sua família.

É segunda esposa de Kratos e mãe de Atreus. Mas há um detalhe que transforma completamente sua história: durante toda a sua vida em Midgard, ela escondeu sua verdadeira natureza de gigante da própria família. Esse segredo não é fraqueza — é estratégia. Faye sabia de profecias, conhecia o destino de seu filho e de seu marido, e deliberadamente escolheu cada passo com precisão cirúrgica.
Sua ausência física nos jogos sempre foi compensada por uma presença narrativa avassaladora: as runas que ela deixou gravadas nas árvores, os mapas que guiaram Kratos e Atreus, as escolhas que definiram o rumo de toda a saga.
O Papel de Laufey em God of War (2018) e Ragnarök — Mais do Que Parece
Em God of War (2018), Faye já está morta quando o jogo começa. Sua última vontade é simples: ter suas cinzas espalhadas no pico mais alto dos Nove Reinos. Mas ao longo da jornada, Kratos e Atreus vão descobrindo camada após camada de quem realmente era aquela mulher.
Ela não era apenas uma esposa e mãe. Ela era uma planejadora de longo prazo. As gravuras que ela deixou em árvores sagradas narram a jornada que Kratos e Atreus fariam — antes mesmo de eles a iniciarem. Ela viu o futuro, entendeu o peso do destino e fez escolhas difíceis para proteger aqueles que amava.
Em God of War Ragnarök, essa dimensão se aprofunda ainda mais. A revelação de que o nome nórdico de Atreus é Loki — e que foi Faye quem pensou em chamá-lo assim — conecta toda a mitologia de forma poderosa. Faye sabia quem seu filho seria. Sabia de Ragnarök. E mesmo assim, escolheu confiar.

A atriz Deborah Ann Woll, conhecida pelo papel de Karen Page em Daredevil, deu voz e realizou a captura de movimento de Laufey em Ragnarök — e agora repete a performance como protagonista total em God of War Laufey.
Por Que um Jogo Com Faye Como Protagonista Faz Todo o Sentido?
A história de Faye nunca foi contada em primeira pessoa. Em todos os jogos da trilogia nórdica, ela existe apenas em fragmentos — memórias, objetos, gravações, profecias. E é exatamente por isso que God of War Laufey faz tanto sentido como próxima entrega da franquia.
Há um universo inteiro que não foi explorado:
- O mundo das gigantes e Jötunheim pela perspectiva de quem nasceu lá
- A visão de Faye sobre Kratos — como uma guerreira poderosa enxerga o Fantasma de Esparta?
- As decisões impossíveis que ela tomou ao decidir esconder sua natureza da família
- Aliados e histórias paralelas que os jogos anteriores só deixaram entrever
Além disso, o novo jogo rompe com uma das “regras não escritas” da série: pela primeira vez, o jogador acompanha uma jornada pós-morte, adentrando o Everywhen — o além-vida dos deuses, um plano onde entidades de diversas mitologias disputam poder com magia perigosa.
God of War Laufey e a Conexão com a Mitologia Nórdica
A franquia sempre soube equilibrar fidelidade mitológica com liberdade criativa, e em God of War Laufey isso não é diferente. Na mitologia nórdica real, Laufey (também chamada de Nál) é descrita como mãe de Loki e consorte de Fárbauti. Ela é uma figura relativamente menor nas fontes primárias, mas de enorme importância genealógica — afinal, é sua linhagem, e não a do pai, que define Loki como gigante.

No universo dos jogos, essa conexão é trabalhada de forma magistral: Faye considerava nomear seu filho Loki, o que se tornaria uma das revelações mais impactantes de Ragnarök. A Santa Monica Studio pegou uma figura mitológica secundária e a transformou no eixo emocional de toda uma trilogia.
Com o novo jogo, essa reinterpretação ganha um capítulo definitivo — e o Everywhen, o plano pós-morte onde a história se passa, abre espaço para encontros com deuses de outras mitologias, como já mostraram os encontros com Sekhmet (mitologia egípcia) e Begtse (mitologia budista tibetana) no trailer de gameplay.
Tudo Que Sabemos Sobre God of War Laufey — O Jogo
God of War Laufey foi anunciado oficialmente em 2 de junho de 2026, durante o PlayStation State of Play, com um vídeo de gameplay de aproximadamente 23 minutos — uma das apresentações mais longas e detalhadas do evento.
O que já sabemos:
- Plataforma: PlayStation 5 (PS5 exclusivo)
- Protagonista: Faye/Laufey, interpretada por Deborah Ann Woll (Daredevil)
- Aliados:
- Phranque — um cubo cósmico com personalidade curiosa e leal, dublado por Jack Quaid (The Boys, Scream)
- Rue — uma fita encantada guardiã de uma espada poderosa, dublada por Perlina Lau
- Cenário: O Everywhen — o plano pós-morte dos deuses, onde criaturas e deuses de diversas mitologias disputam poder
- Direção: Ariel Lawrence, com Cory Barlog como head of creative da Santa Monica Studio
- Data de lançamento: Ainda não anunciada (confirmado “em breve para PS5”)
O combate une elementos da trilogia clássica de God of War com o sistema refinado da era nórdica — ágil, brutal e visceral. Faye usa os poderes dos Jötnar e uma nova espada como armas principais, prometendo uma dinâmica de luta diferente da de Kratos.
O Impacto de God of War Laufey Para o Futuro da Franquia
O anúncio de God of War Laufey é, antes de tudo, uma declaração de intenções da Santa Monica Studio: a franquia não depende exclusivamente de Kratos para existir. E isso é enorme.
Ao colocar Faye no centro da história, o estúdio abre precedentes fascinantes:
- Freya como protagonista de um futuro jogo focado em Vanaheim e suas origens?
- Atreus/Loki em uma aventura própria explorando sua identidade entre dois mundos?
- Novas mitologias como cenário principal — egípcia, japonesa, maia?
Além disso, God of War Laufey tem o potencial de atrair um novo público que talvez nunca tenha se identificado com Kratos, mas que se conecta imediatamente com a figura de Faye: uma mãe guerreira, mortal por escolha, que colocou os outros antes de si mesma até o fim.
Para os fãs de longa data, é a chance de finalmente preencher as lacunas emocionais que os jogos anteriores deixaram em aberto.
Faye Sempre Foi o Coração de God of War
Se há uma verdade sobre a trilogia nórdica de God of War, é que Laufey/Faye sempre foi o coração silencioso de tudo. Ela não apareceu viva em nenhum jogo. Não empunhou machado nem lança em nenhuma cena que o jogador controlou. Mas cada passo de Kratos, cada crescimento de Atreus, cada revelação sobre profecias e destino — tudo passa pela mão dela.
God of War Laufey é mais do que um spin-off ou uma expansão. É a reparação de uma dívida narrativa que a franquia tinha com sua personagem mais importante. E com Deborah Ann Woll no papel, Jack Quaid como companheiro e a Santa Monica Studio nas rédeas, as expectativas não poderiam estar mais altas.
A morte era para ser o fim. Para Faye, é apenas o começo.
Você já está ansioso por God of War Laufey? O que você mais quer ver na jornada de Faye pelo Everywhen? Deixe nos comentários abaixo — e compartilhe com aquele amigo que ainda não sabe o que está vindo por aí.
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